Hoje chegou o mais novo membro da família.
Um filhotinho fofo SRD.
Seu nome é Thor e aparenta ter 2 meses. Porte pequeno. E muito querido.
Aqui está nosso vídeo com ele:
Clique aqui para ver o vídeo do Thor
Depois de semanas procurando nos grupos do facebook sem sucesso. Ganhamos de uma pessoa próxima a nós.
O problema dos grupos é: As pessoas esquecem de colocar DOADO na postagem. Entrei em contato com várias pessoas e quando conseguia resposta já tinham sido doados. Que bom que encontraram um lar, mas é ruim ficar na expectativa.
ADOTE UM AMIGO é muito bom ter um focinho gelado quando você chega em casa te esperando.
Links de grupos de adoção(Porto Alegre e Região)
CAUSA ANIMAL:
https://www.facebook.com/groups/causa.animalrs/?ref=browser
RS PERDIDOS E ENCONTRADOS NA GRANDE REGIÃO METROP DE P ALEGRE:
https://www.facebook.com/groups/441686499184253/?ref=browser
CÃES PARA ADOÇÃO NO RS:
https://www.facebook.com/groups/CachorrosParaLarRS/?ref=browser
PRECISO DE LAR:
https://www.facebook.com/groups/357144797738020/?ref=browser
Cães perdidos e achados em Porto Alegre e Arredores:
https://www.facebook.com/groups/635897846454579/?ref=browser
Adoção/Doação de Animais - Porto Alegre:
https://www.facebook.com/groups/312350328926272/
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
sábado, 28 de novembro de 2015
Make do dia :)
Quando eu era criança, sempre quis ter aquela Barbie pra maquiar, pentear o cabelo, sabe???
Claro que não pude ter.
Mas agora tenho minha própria boneca. kkkkk
Estava testando uma make na filhota para próxima apresentação de dança.
E deu super certo. Ficou suave . Sem carregar muito nos olhos e nada de batom muito forte.
Eis os produtos:
Base da Capricho
Máscara para cílios da EUDORA (maravilhosa - revendo e recomendo)
Gloss O boticário
Corretivo da Panvel
Sombra dourada em toda pálbebra
Sombra Sinabar da Mary Kay na pálpebra móvel
Glitter dourado (lindooooooooooooooooooooo) da Contém 1g aplicado com pincel chanfrado Eudora (ele é perfeito).
Resultado :
Claro que não pude ter.
Mas agora tenho minha própria boneca. kkkkk
Estava testando uma make na filhota para próxima apresentação de dança.
E deu super certo. Ficou suave . Sem carregar muito nos olhos e nada de batom muito forte.
Eis os produtos:
Base da Capricho
Máscara para cílios da EUDORA (maravilhosa - revendo e recomendo)
Gloss O boticário
Corretivo da Panvel
Sombra dourada em toda pálbebra
Sombra Sinabar da Mary Kay na pálpebra móvel
Glitter dourado (lindooooooooooooooooooooo) da Contém 1g aplicado com pincel chanfrado Eudora (ele é perfeito).
Resultado :
domingo, 22 de novembro de 2015
Fazendo amizades - Caninas
PASSEIO DE DOMINGO
Nesse findi fomos passear no parque da Redenção.
Sempre que podemos, gostamos de passear ao ar livre nos finais de semana (quando dá)
e somos (nós duas) ''cachorreiras'' de plantão. Amamos um cusco.
Infelizmente nosso filho de quatro patas sumiu/fugiu.
Então vamos ao parque da Redenção (um dos ponto turísticos de Porto Alegre) para brincar com a cachorrada alheia.
A Pietra adora!!!
Em breve adotaremos um <3
Nesse findi fomos passear no parque da Redenção.
Sempre que podemos, gostamos de passear ao ar livre nos finais de semana (quando dá)
e somos (nós duas) ''cachorreiras'' de plantão. Amamos um cusco.
Infelizmente nosso filho de quatro patas sumiu/fugiu.
Então vamos ao parque da Redenção (um dos ponto turísticos de Porto Alegre) para brincar com a cachorrada alheia.
A Pietra adora!!!
Em breve adotaremos um <3
Esse menino sapeca aí no vídeo é o Luizito.
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| Essa é a Nina. Também muito sapeca e brincalhona... |
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| Esse é o Nikko, um Akitta de 7 meses. |
Pergunta: Quantas tentativas são necessárias para fazer uma selfie???
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| Foi um domingo perfeito <3 <3 <3 |
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Antes que eles cresçam
Texto lindo , para dividir com as mamães...
Antes que elas cresçam
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.
Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.
Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.
Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.
O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.
Antes que elas cresçam
Affonso Romano de
Sant'Anna
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.
Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.
Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.
Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.
O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Piscina de bolinhas Gigante
O tempo passa tão rápido. Logo os filhos crescem. Se pudermos aproveitar
cada minuto com eles, serão lembranças para toda a vida. (Nossa e
deles).
Nossa primeira postagem é sobre nossa diversão mais recente...
O tempo passa tão rápido. Logo os filhos crescem. Se pudermos aproveitar cada minuto com eles, serão lembranças para toda a vida. (Nossa e deles).
Nossa primeira postagem é sobre nossa diversão mais recente...
Piscina de bolinhas gigante dentro de um shopping em Porto Alegre.
Foram momentos mágicos...
Passamos um fim de semana nos divertindo e comemorando o aníver da filhota.
11 anos!!! ( Meu Deuuuussss o tempo passa tão de pressa)
Essa foi uma das surpresas que ela nem esperava, mas queria muito.
Qual adulto hoje não fica se perguntando: -Por que na minha época não tinha isso???
Eu me fiz essa pergunta. Mas a questão é que nesse dia pudemos aproveitar juntas! E com certeza com essa companhia fica muito melhor.
Foi muito bom!!!
Nossa primeira postagem é sobre nossa diversão mais recente...
O tempo passa tão rápido. Logo os filhos crescem. Se pudermos aproveitar cada minuto com eles, serão lembranças para toda a vida. (Nossa e deles).
Nossa primeira postagem é sobre nossa diversão mais recente...
Piscina de bolinhas gigante dentro de um shopping em Porto Alegre.
Foram momentos mágicos...
Passamos um fim de semana nos divertindo e comemorando o aníver da filhota.
11 anos!!! ( Meu Deuuuussss o tempo passa tão de pressa)
Essa foi uma das surpresas que ela nem esperava, mas queria muito.
Qual adulto hoje não fica se perguntando: -Por que na minha época não tinha isso???
Eu me fiz essa pergunta. Mas a questão é que nesse dia pudemos aproveitar juntas! E com certeza com essa companhia fica muito melhor.
Foi muito bom!!!
sábado, 14 de novembro de 2015
Dica de leitura infantil * Em gauchês
Ainda sobre o aniversário da Pietra...
Se tem algo que ela ama é ler. E a feira do livro de Porto Alegre é o lugar favorito para fazer umas comprinhas.
Esse ano não foi diferente,porém foi surpresa. Ainda em comemoração ao seu aniversário, saímos sem dizer onde estávamos indo.
A felicidade foi tanta que nem acreditou. ( deveria ter registrado)
Meu objetivo era comprar um título de lançamento que ela tanto queria: Prendarella. Uma versão agauchada da história de Cinderella .
Esse livro faz parte de uma coleção * Reino Grande do Sul''. Onde várias histórias são contadas numa linguagem gauchesca.
O que ela não esperava era a sessão de autógrafos. Os autores foram tão carinhosos na dedicatória que vai ser uma lembrança para toda a vida.
- '' Mãe, é muito bom conhecer os autores de perto. Nunca tinha conhecido um. Foi muuuuito legal''
Mas é claro que não ia ficar em um livro só. Era presente de aniversário. Vamos dar logo três. Os que estavam sendo lançados aquele dia na feira para serem autografados.
Se tem algo que ela ama é ler. E a feira do livro de Porto Alegre é o lugar favorito para fazer umas comprinhas.
Esse ano não foi diferente,porém foi surpresa. Ainda em comemoração ao seu aniversário, saímos sem dizer onde estávamos indo.
A felicidade foi tanta que nem acreditou. ( deveria ter registrado)
Meu objetivo era comprar um título de lançamento que ela tanto queria: Prendarella. Uma versão agauchada da história de Cinderella .
Esse livro faz parte de uma coleção * Reino Grande do Sul''. Onde várias histórias são contadas numa linguagem gauchesca.
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| Autores: R. S. Keller e Pauline Pereira | Editora: Edibook |
O que ela não esperava era a sessão de autógrafos. Os autores foram tão carinhosos na dedicatória que vai ser uma lembrança para toda a vida.
- '' Mãe, é muito bom conhecer os autores de perto. Nunca tinha conhecido um. Foi muuuuito legal''
Mas é claro que não ia ficar em um livro só. Era presente de aniversário. Vamos dar logo três. Os que estavam sendo lançados aquele dia na feira para serem autografados.
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Os autores |
Os autores e a leitora
Pausa para ler a dedicatória.
Uma coisa é certa: Ano que vem tem mais feira do livro :) e estaremos lá.
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