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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Religião dos nossos filhos



A religião dos nosso filhos
Bom, isso é uma assunto polêmico, não é?
 E eu confesso que não tenho uma opinião concreta quanto a isso.
Temos nós o dever de auxiliar e guiar os passos dos nossos filhos, enquanto eles não sabem tomar decisões sozinhos. Mas e como fica a religiosidade deles? E se não quiserem seguir?
Seguem as perguntas:
1 - Considerando o livre arbítrio, forçar a seguir nossa religião não é passar por cima da livre escolha deles como ser humano?
2- Se não nos basearmos naquilo que acreditamos para guiar nossos filhos, criaremos eles ‘’sem fé’’ e deixaremos que outra pessoa indique o caminho?
3- E se eu não seguir religião nenhuma, precisarei eu iniciar alguma doutrina pra não criar meu filho sem fé?
Há uma coisa incontestável que eu procuro ensinar a minha filha: Independente da sua fé ou no que você acredita, o respeito é fundamental e primordial entre as pessoas. Não é por que você não segue a mesma religião que precisa ofender ou se sentir superior à outra pessoa. RESPEITO vem antes de qualquer coisa.



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Mãe de menina



Sabe uma coisa boa em ser mãe de menina?
É que ela é sua companheira para o que der e vier.
(Okay, não tive menino pra saber. Se você tem me conta aí como é )
Quando engravidei, confesso que gostaria muito que fosse menino. Mas a vida me deu o melhor presente de todos que foi minha princesinha.
Eu realmente ‘’brincava’’ de boneca :D . Trocava as roupinhas toda hora, acordava ela pra amamentar (mães, não façam isso. Se o bebê tiver fome ele corda. Isso vai lhe causar arrependimento futuro. Como noites inteiras sem dormir. Kkkkkkkkkkkk)
Me jogava no chão brincando de comidinha, de boneca, de mamãe e filhinha (?) ,fazendo penteados nos cabelinhos.
A Menina foi crescendo , brincávamos de colorir, de massinha de modelar (por um bom tempo trabalhei com artesanato em biscuit e ela me ajudava com a experiência que tinha nas massinhas rsrsrrsrs) e outras coisas. Acordávamos e durante o café da manhã assistíamos o Bob Esponja quando ainda não estava na creche. Depois eu gravava da tv e quando ela chegava à tarde assistíamos juntas.
Cresceu ainda mais e começamos brincar de maquiar uma a outra. Fazer penteados e a brincadeira hoje é coisa séria. Somos bailarinas e em dia de apresentação ela se maquia sozinha e me auxilia nos camarins quando só eu vou me apresentar. Ela me ajuda a escolher figurino, se preocupa em levar a garrafinha de água entre outras coisas.
Sabemos que nossos filhos refletem o que somos e sem fazer esforço passei a ela o que realmente importa em um ser humano : Amor, humildade e respeito com as pessoas.
Ser mãe de menina é ter uma princesa e amiga pra toda vida.
Gosto quando ela me dá opinião sobre algo que vesti, ou sobre a maquiagem que ela não curtiu.
Hoje aprendemos juntas uma com a outra coisas que levaremos para toda nossa vida.
Ser mãe de menina é simplesmente magnífico!


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Como é ser mãe de adolescente

Mãe de adolescente


É meus amigos.... Aquele bebezinho fofo, indefeso e totalmente dependente de você um dia cresce...
E a mãe já não é a 8ª maravilha do mundo.
Começam a ter suas escolhas e opiniões.
Frases com:
‘’Ahhh mãe.....’’
‘’Já vou...’’
‘’Eu não gosto assim...’’
E muitas outras passam a fazer parte de um vocabulário que ainda não pertenciam.
E surgem as dúvidas, a mudança no corpo e muitas coisas novas vão acontecendo e se tornando novidade para quem passa pela transformação e para quem acompanha ela.
As historinhas infantis já não fazem parte do cotidiano e surgem os livros com histórias de paixões e dúvidas da adolescência.
As bonecas ficam de lado e as maquiagens passam a ser mais interessantes. A vaidade antes cuidada pela mãe agora já se faz presente nas ‘’preocupações’’ do dia a dia.
A escola passa a ser um tormento e não a alegria de ver a coleguinha e a profe tão legal.
Os colegas são ou ‘muito chatos’’ ou então ‘’suuuuuuper legais’’. Mas de um dia para outro isso pode mudar.
Todas as coisas ganham adjetivo e passam a ser exageradas.
Raros são os dias em que se acorda com aquele bom humor de um bebê que abre os olhinhos e sorri ao te ver.
‘’Mãe, quando puder me dá aquela boneca?’’ é substituído por ‘’Amei aquela blusa, vou juntar dinheiro pra comprar’’
E todas as coisas ficam diferentes, tudo muda ao redor e o mundo cor de rosa passa a ter outras cores, outros sentidos e outras preocupações.
Os gastos na farmácia são ao invés de fralda, talco e lenço umedecido são com  absorventes, desodorante, esmalte, batom... (Mas não se preocupe, há um longo período de adaptação entre um e outro)
Mas há uma coisa que não muda: O AMOR. Esse com o tempo se torna cada vez mais forte, mesmo às vezes a gente pensando que já não somos tão amadas assim... Na realidade é uma descoberta do próprio ‘’eu’’ que está acontecendo e as coisas parecem muito difices.
Vai chegar o dia em que já não serão mais crianças, nem adolescentes... Serão adultos e veremos o quão foi importante nossa contribuição para formar aquele ser em questão.
Dê amor aos seus filhos para que eles saibam o que realmente vale e importa nessa vida.
Encher de presentes não significa nada se você não puder estar com eles e desfrutar disso.
Aproveita enquanto cabe no teu colo. Depois a vida se encarrega.
Curte, beija, abraça teu filho antes que ele cresça. Esse tempo não volta.
Criamos filhos para o mundo, mas com a certeza de que sempre caberão no nosso abraço.

PS.: Cada ser é único e individual. E adolescente então.... kkkkkkkkkk Um verdadeiro Kinder Ovo. Não compare com ninguém existe algo insuportável para qualquer ser humano que ´´e a comparação. Com colega, com amigo, com irmão, com a personagem da novela... Não faça isso.
Essa é minha experiência como mãe de adolescente. Divide aí com a gente a tua :)
bjusss